ncia de consumo orientado por experiência — um dos principais vetores do foodservice e do entretenimento atual.
Os rooftops também desempenham papel estratégico nessa expansão. No Edifício Martinelli, o 26º andar abriga um bar com vista panorâmica e programação de festas que atraem públicos diversos. O prédio, que passa por uma reforma estimada em R$ 100 milhões, é um dos símbolos do novo momento do centro paulistano.
A diversidade cultural é outro diferencial competitivo da cidade. A oferta vai de festas eletrônicas a eventos de samba e pagode, passando por bares intimistas com capacidade reduzida, mas alto potencial de engajamento. O dinamismo do setor demonstra a capacidade adaptativa da indústria de hospitalidade local.
Mesmo diante da valorização imobiliária — o aluguel médio em São Paulo alcançou R$ 69,50 por metro quadrado em 2025, chegando a R$ 143,50 nas áreas mais caras, segundo o QuintoAndar — a expansão do entretenimento noturno segue em ritmo acelerado.
Para o foodservice, o reconhecimento internacional reforça a importância da requalificação urbana, da ocupação criativa de imóveis e da construção de experiências como estratégia de diferenciação. São Paulo consolida, assim, um modelo que combina patrimônio, inovação e diversidade cultural — e que pode inspirar outras cidades brasileiras.
Fonte: Brasil 247